quarta-feira, 3 de novembro de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
As Declarações de Stallone Sobre o Brasil
quinta-feira, 24 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
Copa do Mundo: Difícil Ficar Alheio
quinta-feira, 13 de maio de 2010
13 de Maio – Dia Nacional de Luta Contra o Racismo
quarta-feira, 12 de maio de 2010
13 de Maio
O Negro No Brasil Pós-Abolição
por Maria José Caldas
O fim da Escravidão foi o resultado de um lento processo que na verdade procurou escamotear a dinâmica das transformações econômicas em curso, representadas na segunda metade do século XIX pela lavoura cafeeira, mais bem integrada ao capital internacional, pelo conjunto de transformações políticas decorrentes do processo de descolonização do continente americano e pela crescente presença do imperialismo inglês sobre os países do Cone Sul. Mas existe um ponto a ser esmiuçado: É necessário lançar um olhar sobre a condição do “negro” após a abolição. Para onde foram quando deixaram as fazendas? Qual foi a política desenvolvida na época para que pudessem construir suas vidas de forma digna e independente?
A resposta a estas questões explica a atual situação vivida hoje por grande parte dos negros no Brasil. O estigma da escravidão representava uma desvantagem na disputava por trabalho com os imigrantes portugueses, espanhóis e italianos _ também analfabetos _ que chegavam para “fazer a América”. Ao negro não restou nem a garantia do trabalho mais pesado, foram entregues à própria sorte.
As mulheres negras continuaram fazendo trabalhos serviçais pouco remunerados como lavadeiras, copeiras, empregadas domesticas. Mas foi este trabalho que permitiu à mulher negra manter sua prole e contribuiu para que não houvesse a absoluta desintegração das famílias negras. Com a consolidação da República os sucessivos governos se entregaram ao projeto de branqueamento e de europeização do Brasil legando aos negros as sobras do desenvolvimento da nação.
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sábado, 1 de maio de 2010
Dia do Trabalho: Entre o Passado e o Futuro
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Dia Mundial do Livro
23 de Abril é o Dia Mundial do Livro, uma homenagem da ONU a Miguel de Cervantes, o autor do Dom Quixote de la Mancha. O Brasil também celebra o livro em datas especiais: dia 29 de Outubro é o Dia Nacional do Livro; 27 de fevereiro o dia Nacional do Livro Didático e 18 de Abril, aniversário de Monteiro Lobato nascido em 1882, o Dia Nacional do Livro Infantil. É dele a frase: “Um país se faz com homens e livros”.
sábado, 17 de abril de 2010
Igreja Católica: Uma Barca a Deriva
| Bandeira do Vaticano |
| Origem da Imagem: http://consagração.com/ |
Aviso aos navegantes: A Barca de São Pedro encontra-se à deriva num oceano de escândalos e segue em rota de colisão contra as liberdades religiosas, os direitos das mulheres, dos homossexuais, contra a democracia, a tolerância, o convívio harmonioso entre os povos e o direito à informação sobre formas de planejamento familiar e de prevenção contra o HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Campanha Nota 10
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Retrospectiva: 2009 pelo Conversa de Bar.net
Foram 87 artigos sobre temas diversos, desde uma receita para evitar a ressaca do dia seguinte, e que ainda pode ser muito útil após a festa da virada, até assuntos mais sérios como a degeneração moral da imprensa nacional. Neste quesito, que inclui todos os grandes veículos privados de informação, a Folha de São Paulo desempenhou o triste papel de protagonista principal _ mas não o único _, com destaque para o editorial de 17 de Fevereiro, que se referiu ao Regime Militar como uma "Ditabranda". Cidadãos, amigos e familiares das vítimas da Ditadura se reuniram em em frente à sede da Folha em repúdio ao editorial. Não bastasse isso a credibilidade do jornal desceu ladeira abaixo com a publicação de uma suposta ficha criminal _ comprovadamente falsa_ , dos tempos da Ditadura, da então Ministra da Casa Civil Dilma Rousseff e provável candidata do Presidente Lula ao Planalto.
domingo, 21 de junho de 2009
Na Escola
Na última quinta-feira fui convidado a assistir a um debate entre alunos do 3º ano do Ensino Médio sobre Capitalismo e Socialismo. O debate, quase um julgamento, foi uma iniciativa da professora de Português, que propôs a divisão da classe em duas turmas, cada lado defendendo o sistema econômico que considerassem o melhor.
Cheguei na metade da aula, num momento de discussões inflamadas. A regra era não interferir, para não beneficiar nem prejudicar um ou outro grupo. Os “defensores do Capitalismo” aproveitaram muito bem os argumentos a seu favor. O mérito foi um deles, quem se esforça garantiria seu lugar ao Sol. Outro foi a competição, algo inerente ao sistema capitalista, motor do progresso tecnológico que resultaria em mais conforto e bem estar para as pessoas, além de novos produtos e serviços que, com a concorrência, ficariam cada vez melhores e mais baratos. A inovação e o desenvolvimento resultariam em mais empregos. A liberdade foi outro argumento bem explorado pelo lado capitalista. Liberdade de escolher entre vários produtos, de escolher a própria profissão, liberdade de ir e vir, de dizer o que pensa. As experiências socialistas do século XX, como a Coréia do Norte, Cuba e China, foram utilizadas contra o lado "socialista".
Do lado “Socialista” os argumentos mais explorados foram a distribuição de renda e os investimentos na área social, principalmente em educação e saúde. As desigualdades provocadas pelo capitalismo, que exclui parcela importante da população dos “benefícios” apontados por seus “defensores”, foi outro ponto reforçado por eles.
Durante as discussões pude perceber o quanto é fácil defender o Capitalismo e o quanto é difícil desnudar suas contradições. Apesar dos “socialistas” terem demonstrado maior conhecimento sobre o tema, em vários momentos os “Capitalistas” os deixaram sem argumentos, como quando recorreram à evolução da internet, dos celulares, da variedade de produtos e empregos para demonstrar a superioridade desse sistema.
Para os dois grupos faltou preparação. Com um pouco mais de conhecimento seria possível desmontar a maioria dos argumentos utilizados por cada lado, mas isso não foi culpa deles. No geral o debate foi bom.
sábado, 16 de maio de 2009
O Dia Em Que São Paulo Parou
Ninguém saía de casa e as ruas
ficaram desertas”
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Mega Não ao AI-5 Digital
Não consegui chegar a tempo para o Ato contra o AI-5 Digital, como está sendo chamado o Projeto de Lei 84/99, do Senador Eduardo Azeredo, do PSDB. O Ato reuniu centenas de pessoas e contou com apoios importantes, como o do Senador Eduardo Suplicy, do PT. Saí do bairro onde trabalho um pouco antes das seis da tarde, já bem atrasado, e de ônibus. Além da habitual demora entre as baldeações ainda fui surpreendido pela chuva e pelo trânsito que se seguiu a ela. Só consegui chegar à Av. Paulista às 20H30. Desisti.
A comparação com o AI-5 choca, foi feita para chamar a atenção das pessoas, mas não é a toa. O Projeto mantém pontos que podem dar margem a interpretações e no futuro podem servir à interesses de corporações econômicas e grupos políticos. Práticas que hoje são comuns no dia a dia, como a troca de arquivos, o compartilhamento de conteúdo e a transferência de dados entre mídias, como entre o PC e um Pen Drive, serão criminalizadas e a existência de sites colaborativos, bem como a de redes abertas de banda larga, ficarão inviáveis, o que vai encarecer as políticas de inclusão digital. Se aprovado os provedores terão permissão para invadir a privacidade de navegação de qualquer internauta suspeito de praticar crimes virtuais. Todo mundo vira culpado até provar o contrário.
Vale dizer que a mobilização contra este Projeto não representa uma resistência a regulamentação da internet brasileira. Essa regulamentação é necessária e será bem vinda, desde que antes sejam definidos, por lei, quais são os direitos do internauta brasileiro. Regulamentação sim, criminalização, NÃO!
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Oriente Médio Em Evidência
r mais espinhosa que seja e por mais que demore, é inevitável. Um desses espinhos é retratado nas telas pelo filme Valsa com Bashir, do israelense Ari Folman. Um documentário autobiográfico em animação sobre a busca de Folman por suas memórias da Guerra do Líbano, da qual ele participou, mas não guardou lembrança alguma. Embora não seja um filme político, faz um paralelo entre a crueldades do Holocausto e o massacre de cerca de três mil palestinos por cristãos libaneses nos campos de Sabra e Shatila, do qual ele participou, ainda que indiretamente. O exército israelense não só deu cobertura, fechando as rotas por onde os palestinos poderiam fugir, como iluminou os campos para facilitar o massacre.
Aproveito para recomendar o excelente post do Thiago Leite no Teia Neuronial sobre o livro Orientalismo, de Edward W. Said, que mostra como o Oriente e o Islã são vistos pelos olhos do Ocidente e pensados como uma região _ e religião _ beligerante, irracional e imprevisível e como esse olhar impede a compreensão não só dos seus problemas, mas de como o Ocidente foi e continua sendo responsável por considerável parte deles.
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sexta-feira, 1 de maio de 2009
Dia do Trabalho ou do trabalhador?
sábado, 4 de abril de 2009
Celebridades da Semana
A ex-Big Brother britânica, Jade Goody, morta aos 27 anos, de quem eu já falei aqui no Conversa de Bar, foi enterrada hoje pela manhã. Jade criou polêmica ao admitir que venderia os direitos de imagem da sua morte para garantir o futuro dos filhos, o que não chegou a fazer, mas explorou o quanto pode as imagens da sua luta contra um câncer no útero.
No Brasil, a 9ª edição do Big Brother Brasil entra em sua fase final produzindo novas celebridades, ainda que para a maioria delas a fama não dure mais que alguns meses. O programa sempre recebeu muitas críticas por trazer ao telespectador altas doses de futilidades, mas nem todo mundo pensa assim e o BBB-9 continua líder de audiência nos bate-papos da hora do almoço.
Lula também se destacou como celebridade mundial na Reunião do G-20, em Londres. Foi o chefe de Estado mais requisitado e ficou ao lado da Rainha Elizabeth II e do 1º Ministro Gordon Brown, na foto oficial do encontro, posição reservada à líderes importantes no cenário mundial. Apesar da crise o país ainda esta numa posição privilegiada. “Quero ser o primeiro presidente brasileiro a emprestar dinheiro ao FMI”. Disse Lula à BBC.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Serra e a Lei da Mordaça
No dia 31 de Março, o Golpe Militar completa 45 anos. Oficialmente o regime terminou em 1985, mas alguns resquícios continuam assombrando a nossa democracia. Um deles é o Estatuto dos Servidores Públicos Civis, conhecido como "Lei da Mordaça", adotado pela maioria dos estados e municípios brasileiros, que proíbe o servidor público de fazer críticas públicas ao governo sob pena de exoneração, ou seja, ser demitido à bem do serviço público. No estado de São Paulo esta proibição consta do artigo 242 do Estatuto.


